segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Blog sob novo comando!

Queridos amigos equipistas,

Nós, Érica e Wilson, queremos usar esse espaço tão especial para comunica-lhes nossa saída do comando do Blog e Email das ENS Jundiaí. 

O nosso movimento mesmo nos ensina a todo momento que a transitoriedade é saudável! É preciso novas idéias, novo fôlego, novas atitudes, para que as notícias, avisos e orientações cheguem a todos de maneira eficiente.

Antes, gostaríamos de partilhar com vocês como isso tudo começou: Estávamos há pouco tempo em Jundiaí, vindos de uma cidade pequena onde as Equipes de Nossa Senhora estavam apenas começando. Quando vimos a grandeza do movimento aqui, ficamos impressionados. Na época a comunicação entre equipistas se dava por um jornalzinho impresso de distribuição mensal, chamado O MENSAGEIRO, que era comandado pelo casal Marilena e Wagner (Eq. 4B). Quis o Espírito Santo que encontrássemos este casal em um Retiro Anual em 2011. Ali pudemos manifestar nossa admiração pelo trabalho deles e em contrapartida, ouvimos que já estavam cansados, que algo novo precisaria surgir, talvez alguma coisa mais moderna, eletrônica, mais informatizada... E isso ficou martelando em nossa cabeça, dias e dias. Nós - apaixonados pelo movimento - não queríamos que isso acabasse... A idéia do "algo novo" continuava a ecoar nas nossas mentes e num impulso do Espírito, nos colocamos a pesquisar sobre como seria montar um Blog! Não somos da área jornalistica, nunca tínhamos feito isso, mas arriscamos e fomos em frente. Constatamos que seria uma boa alternativa para dar continuidade ao MENSAGEIRO, e assim começou o Blog das ENS. Numa quinta-feira, 1 de Setembro de 2011, publicamos nossa primeira "matéria".

Parelelamente ao Blog, percebemos a importância do email e como isso agilizaria a comunicação entre equipistas. Levantamos e cadastramos todos os endereços eletrônicos e começou então a nossa troca de informações. Não demorou para que os equipistas "adotassem" o Blog das ENS como MENSAGEIRO oficial do movimento, em Jundiaí.

Foram anos e anos buscando, aprendendo, errando, inovando e sendo conduzidos pelo Espirito Santo, à frente dessa ferramenta. Assim como Wagner e Marilena, agora estamos cansados. É hora de "algo novo" novamente surgir... Gente nova, com idéias novas, com fôlego novo. E assim o Espírito de Deus vai agindo, na história do movimento e das pessoas que se põe a serviço da messe do Senhor.

Desde o ano passado temos rezado, pedindo a Deus que enviasse novos trabalhadores para esta "vinha" e em Maio17, na nossa Missa Mensal, conversamos com o casal Marta e Edison (Eq. 14A) sobre essa possibilidade. Eles pediram um tempo para rezar e discernir sobre a missão. Em Junho/2017 nos reunimos e ouvimos o SIM! De lá pra cá temos trabalhado nesta transição e agora é hora desses novos administadores assumirem definitivamente essa importante ferramenta e se porem a serviço do movimento e dos equipistas de Jundiaí.

Sabemos o quão exigente é esta missão, por isso, em reunião com os CRS (A, B e futuros A e C) decidimos sobre a instituição do Casal Comunicação, com um tempo estabelecido para exercício desta função, evitando assim a fadiga e o cansaço, garantindo sempre uma renovação nesta área.

Queridos Marta e Edison, que o Espírito Santo sempre sopre aos seus ouvidos a inspiração necessária para manter a unidade entre os equipistas de Jundiaí através do Blog e do e-mail das ENS. Que vossos corações se alegrem por ser este canal de graça e que esta alegria seja percebida por todos que os procurarem. Que Maria Santíssima seja a grande inspiradora do servir com dedicação e alegria. Sejam felizes nesta missão!

Com carinho,

Érica e Wilson
Eq. 13A - Jundiaí/SP

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A fé na ressurreição

Para a maioria das pessoas a fé na ressurreição se situa no passado ou no futuro: aceitamos que ela ocorreu há quase dois mil anos atrás ou que vai se verificar na ressurreição dos mortos. E ficamos por aí. Nada mais... Escondidos no interior do passado e do futuro, não sabemos bem como proceder em cada um dos nossos dias. O que fazemos da vida com a fé na ressurreição? Existe nela alguma ressurreição?

Para o povo do Novo Testamento a ressurreição era a luz que os fazia ler a vida, era o ambiente em cujo interior se vivia (cf. Jo 6, 50; 11, 26; Rm 5, 8-11). Esta certeza não suprime a expectativa da ressurreição final, mas é a constatação de que ela já mostra uma existência que entrou no domínio de Cristo: é a participação real na vida de Cristo Ressuscitado (cf. Col 2, 12; Rm 6, 4-11; Ef 5, 14).

Em nossa peregrinação, parece que estacionamos nos caminhos de Emaús... Andamos pela estrada da vida como se ainda não tivesse acontecido a ressurreição: uma gente sem esperança, impotente, que se deixa dominar pelas emoções, pelo medo, pelas expectativas tolas, presos a uma existência sem condições de expansão. Ou então, no extremo oposto, parecendo que tudo se resume no homem: “O homem é a meta”... “Nós somos a força”... Daí nascem os vazios, o desespero, a solidão...

A morte na própria vida parece nos superar; no amplo horizonte, apaga-se a última lâmpada: “Como custamos a entender e como demoramos a acreditar” (cf. Lc 24, 25).

Nós, Casais Encontristas, devemos viver a ressurreição nos nossos dias, na nossa existência: ela é um fato que não só aconteceu e não só acontecerá, mas que está acontecendo! Vamos ouvir a voz de Deus que nos chama à vida. (cf. Jo 5, 19-21).

A ressurreição de Cristo é a expressão da nova e eterna Aliança de Deus com os homens:
“Se vocês foram ressuscitados com Cristo, 
procurem as coisas do alto, 
onde Cristo está sentado à direita de Deus”. (Col 3, 1).


Fátima e João Bosco
ENS 5A - Jundiaí - SP

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Como ler a Bíblia?


Devemos compreender que a Bíblia é a Palavra de Deus escrita para os homens e pelos homens; logo, ela apresenta duas faces: a divina e a humana. Logo, para poder interpretá-la bem é necessário o reconhecimento da sua face humana, para depois, compreender a sua mensagem divina. 

Não se pode interpretar a Sagrada Escritura só em nome da “mística”, pois muitas vezes podemos ser levados por ideias religiosas pré-concebidas, ou mesmo podemos cair no subjetivismo. Por outro lado, não se pode querer usar apenas os critérios científicos (linguística, arqueologia, história,…); é necessário, após o exame científico do texto, buscar o sentido teológico. 

A Bíblia não é um livro caído do céu, ela não foi ditada mecanicamente por Deus e escrita pelo autor bíblico (= hagiógrafo), mas é um Livro que passou pela mente de judeus e gregos, numa faixa de tempo que vai do século XIV a.C. ao século I d.C. E por causa disto é necessário usar uma tradução feita a partir de originais e com seguros critérios científicos.

Os escritos bíblicos foram inspirados a certos homens; isto é, o Espírito Santo iluminou a mente do hagiógrafo a fim de que ele, com sua cultura religiosa e profana, pudesse transmitir uma mensagem fiel à vontade de Deus. A Bíblia é portanto um livro humano-divino, todo de Deus e todo do homem, transmite o pensamento de Deus, mas de forma humana. É como o Verbo encarnado, Deus e homem verdadeiro. É importante dizer que a inspiração bíblica é estritamente religiosa; isto é, não devemos querer buscar verdades científicas na Bíblia, mas verdades religiosas, que ultrapassam a razão humana: o plano da salvação do mundo, a sua criação, o sentido do homem, do trabalho, da vida, da morte, etc. 

Não há oposição entre a Bíblia e as ciências naturais, ao contrário, os exegetas (estudiosos da Bíblia) usam das línguas antigas, da história, da arqueologia e outras ciências para poderem compreender melhor o que os autores sagrados quiseram nos transmitir. Mas é preciso ficar claro que a revelação de Deus através da Bíblia não tem uma garantia científica de tudo o que nela está escrito. É inútil pedir à Bíblia uma explicação dos seis dias da criação, ou da maneira como podiam falar os animais, como no caso da jumenta de Balaão. Esses fatos não são revelações, mas tradições que o autor sagrado usou para se expressar. A própria história contida na Bíblia não deve ser tomada como científica. O que importa é a “verdade religiosa” que Deus quis revelar, e que às vezes é apresentada embutida em uma parábola, ou outra figura de linguagem.

O mais importante é entender que a verdadeira leitura bíblica deve sempre ter em vista a finalidade principal de toda a Sagrada Escritura que é a de anunciar Jesus Cristo e dar testemunho de sua pessoa. Para aqueles que viviam no Antigo Testamento, se tratava apenas de um Salvador desconhecido, que viria. Mas para nós, se trata do Salvador que “habitou no meio de nós”, e que ressuscitado está no meio de nós até o fim dos tempos, quando voltará visível e glorioso para encerrar a história.

Por ser Palavra de Deus, a Bíblia nunca envelhece, nem caduca; ela fala-nos hoje como para além dos séculos. Cristo é o centro da Sagrada Escritura. O Antigo Testamento o anuncia em figuras e na esperança; o Novo Testamento o apresenta como modelo vivo. 

O Catecismo nos ensina que “Deus, na condescendência de sua bondade, para revelar-se aos homens, fala-lhes em palavras humanas” (§101). “Através de todas as palavras da Sagrada Escritura, Deus pronuncia uma só Palavra, seu Verbo único, no qual se expressa por inteiro” (§102). “Com efeito, as palavras de Deus, expressas por linguagem humana, tal como outrora o Verbo do Pai Eterno, havendo assumido a carne da fraqueza humana, se fez semelhante aos homens” (DV,13).

Santo Agostinho ensinava que: “É uma mesma Palavra de Deus que se ouve em todas as Escrituras, é um mesmo Verbo que ressoa na boca de todos os escritores sagrados, ele que, sendo no início Deus, junto de Deus, não tem necessidade de sílabas, por não estar submetido ao tempo”(Sl 103,4,1). 

Somente as palavras originais com as quais a Bíblia foi escrita (hebraico, aramaico e grego) foram inspiradas; as traduções não gozam do mesmo carisma da inspiração; é por isso que a Igreja sempre teve muito cuidado com as traduções, pois podem conter algum sentido que não foi da vontade do autor e de Deus.

Retirado do livro: “Escola da Fé- Vol. 2 – As Sagradas Escrituras”

Cida e Moacir Aiello
Equipe Nossa Senhora Aparecida - 4B
Jundiaí - SP

quinta-feira, 27 de julho de 2017

“A linha de confim entre o bem e o mal passa no coração de cada pessoa”



Neste domingo, 23 de julho, o Papa Francisco apareceu na janela de seu escritório no Palácio Apostólico Vaticano para rezar o Angelus com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro. 
Estas foram as palavras do pontífice pronunciadas antes da oração mariana.


Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

A página evangélica de hoje, apresenta três parábolas em que Jesus fala às multidões sobre o Reino de Deus. Detenho-me sobre a primeira: A do trigo bom e do joio, que ilustra o problema do mal no mundo e destaca a paciência de Deus (Mt 13,24-30.36-43). Quanta paciência Deus tem conosco! Cada um de nós pode dizer: “Quanta paciência Deus tem comigo”. A narrativa se desenvolve em um campo com dois protagonistas opostos. De um lado, o patrão do campo que representa Deus e semeia a boa semente; do outro, o inimigo que representa Satanás e espalha a erva daninha.

Com o passar do tempo no meio do trigo cresce também o joio e diante deste fato o patrão e seus servos têm atitudes diferentes. Os servos queriam intervir arrancando o joio, mas o patrão que está preocupado sobretudo em salvar o trigo se opõe à iniciativa dizendo: “Não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo” (v 29). Com esta imagem, Jesus nos diz que neste mundo o bem e o mal estão interligados, que é impossível separar-lhes e erradicar todo o mal. Somente Deus pode fazer isso e o fará no juízo final. Com suas ambiguidades e seu caráter compósito, a situação presente é o campo da liberdade, o campo da liberdade dos cristãos, onde se realiza o difícil exercício do discernimento entre o bem e o mal.

Neste campo, portanto, une-se, com grande confiança em Deus e na sua providência, duas atitudes aparentemente contraditórias: a decisão e a paciência. A decisão é a de querer ser o trigo bom – todos querem – com todas as próprias forças e se afastar do mal e de suas seduções. A paciência significa preferir uma Igreja que é fermento na massa, que não tem medo de sujar as mãos lavando os panos de seus filhos, em vez de uma Igreja de “puros” que pretende julgar antes do tempo quem está no Reino de Deus e quem não está.

O Senhor, que é a Sabedoria encarnada, ajuda-nos hoje a compreender que o bem e o mal não são identificados em territórios definidos ou em determinados grupos de pessoas: “Estes são os bons e estes são os maus”. Ele nos diz que a linha de confim entre o bem e o mal passa no coração de cada pessoa, passa no coração de cada um de nós, isto é: Somos todos pecadores. Eu queria perguntar a vocês: “Quem não é pecador, levante a mão”. Ninguém! Porque todos nós somos, somos todos pecadores. Jesus Cristo por sua morte na cruz e a sua ressurreição, nos libertou da escravidão do pecado e nos dá a graça de prosseguir numa vida; mas com o Batismo também nos deu a Confissão, porque precisamos sempre ser perdoados de nossos pecados. Olhar sempre e apenas o mal que está fora de nós significa não querer reconhecer o pecado que está em nós.

Depois, Jesus nos ensina uma maneira diferente de olhar o mundo, de observar a realidade. Somos chamados a aprender os tempos de Deus – que não são os nossos tempos – e o “olhar” de Deus: graças à influência benéfica de uma trepidante espera, o que era joio ou parecia ser joio, pode se tornar um produto bom. É a realidade da conversão. É a perspectiva da esperança!

Que a Virgem Maria nos ajude a colher na realidade que nos rodeia não apenas a sujeira e o mal, mas também o bem e o belo, a desmascarar a obra de Satanás, mas acima de tudo, a confiar na ação de Deus que fecunda a história.

Papa Francisco
(ZENIT)

domingo, 9 de julho de 2017

Vencendo a desvalorização da família

Mais do que nunca, hoje, a família é atingida por muitas causas: pela praga do divórcio, das “uniões livres”, do aborto, do controle irregular da natalidade, do chamado “amor livre”, do “sexo seguro”, da “produção independente”, da inseminação artificial, dos “casamentos” de homossexuais, dos preservativos, da eutanásia, dos úteros de aluguel, da pornografia, da ideologia de gêneros, dos adultérios, dos feminismos excêntricos, das novelas imorais, das brigas, da bebida etc.

Toda essa desordem moral desaba sobre a família e seus amargos frutos caem sobre a própria sociedade, especialmente sobre as crianças. A batalha final de Satanás contra a Igreja será pela “destruição do matrimônio e da família”; e hoje isso é notório, pois aí está a base do plano de Deus.

No contexto da civilização do desfrutamento, a mulher pode tornar-se para o homem um objeto, o filho um obstáculo para os pais, a família uma instituição embaraçante para a liberdade dos membros que a compõem. Para convencer-se disto, basta examinar certos programas de educação sexual introduzidos nas escolas, as tendências pró-abortivas que em vão procuram esconder-se atrás do chamado “direito de escolha” (pro choice) por parte de ambos os cônjuges, e particularmente por parte da mulher.

O chamado “sexo seguro”, propagandeado pela civilização técnica, na realidade é, sob o perfil das exigências globais da pessoa, ‘radicalmente não seguro’, e mais, gravemente perigoso. Por causa disso que há entre nós milhares de crianças “órfãs de pais vivos”. Que tristeza!

A miséria maior que destrói as famílias, pobres e ricas, é a miséria moral e a falta de religião. É este resgate moral que precisamos realizar para recuperar a família segundo o coração de Deus. De tudo o que foi exposto até aqui, chegamos à conclusão de que a reforma da sociedade não poderá ser feita sem a reforma da família, segundo os planos do seu Fundador. Somente ancorada na Lei eterna de Deus a família e a sociedade poderão ser felizes.

Em vista destas ameaças contra a família, torna-se cada vez mais importante uma “educação no lar”, que valorize a vida, a lei de Deus, a catequese, a oração em família e a solidariedade entre pais e filhos, entre esposo e esposa. Marido e mulher precisam ser fiéis um ao outro, e jamais se permitirem envolver com intimidades com outras pessoas, ameaçando a destruição da família com o adultério e o divórcio.

Os cristãos precisam, por outro lado, se manifestar de maneira organizada e unida com a hierarquia da Igreja, contra tudo que seja proposta de lei que ameace a família, e rechaçar das escolas tudo que seja imoral na formação dos filhos. A grande maioria católica do nosso país não pode se tornar uma maioria silenciosa e omissa, dominada por uma minoria gritante e agitadora que quer implantar entre nós leis imorais e destruidoras da família.

Cida e Moacir Aiello
Equipe Nossa Senhora Aparecida - 4B
Jundiaí - SP

segunda-feira, 12 de junho de 2017

1º Retiro de 2017

O primeiro Retiro Anual de 2017 aconteceu nos dias 2, 3 e 4 de Junho, na Casa de Eventos São Carlos, sob a orientação do Pe. José Adalberto Vanzella, da Diocese de Taubaté, que há 32 anos exerce o ministério sacerdotal. Ele - que é especializado em filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, mestre em teologia pastoral pela Faculdade Assunção de São Paulo e doutor na mesma área pela PUC do Rio de Janeiro - conquistou os casais com sua simplicidade e simpatia. Os dias foram agradáveis, de profundas reflexões e oportunidades de encontro com Cristo.




Confiram abaixo alguns depoimentos:

Participamos neste final de semana, de 02 a 04 de junho, do Retiro das ENS de Jundiaí, organizado com muito zelo pelas equipes 6A e 41B e ministrado pelo excelente Padre Vanzella. E que tempo abençoado!
Por meio de parábolas e com uma didática muito simples, mas inundado de conhecimento e sabedoria, fomos conduzidos a refletir nosso casamento, vivenciando toda a mística da espiritualidade conjugal.
Em Mt. 13,44-46, fomos convidados a namorar e nos redescobrir como "tesouros e pérolas" um para o outro... Uma volta ao início de tudo!
Na Meditação em casal, fomos provocados a pensar nossa relação a partir do grão da mostarda (Mt. 13,31-32) e perceber que temos qualidades e limitações, mas que devemos sempre nos inspirar no amor misericordioso de Deus em nosso casamento.
E nada como um bom Dever de Sentar-se para que, iluminados pelo Espírito Santo, pudéssemos separar o joio do trigo em nossas vidas (Mt. 13,24-30), buscando preenchermo-nos cada vez mais do amor de Deus.
Sempre que tirarmos o ar de um copo, ele se encherá de ar novamente, e nem sempre com um ar puro. É necessário enchê-lo de água (amor de Deus) para que o ar saia e não retorne. 
À luz do Evangelho (Lc. 10,25-37) e com o coração tocado por todos os ensinamentos vivenciados neste tempo, refletimos nossa caminhada de casal cristão e nossa responsabilidade evangelizadora, nos comprometendo com uma Regra de Vida que realmente nos conduza à superação das nossas fraquezas.
Se o propósito de um Retiro é a nossa conversão, temos certeza que após cada Escuta da Palavra e reflexão, a cada vivência do silêncio pessoal, saímos mais fortalecidos em nossa fé e mais preparados para nossa missão de casal evangelizador, pois a semente caiu em terra boa (Mt. 13,1-9).
Rogamos ao Espírito Santo, pela intercessão de Nossa Senhora, que o copo de nossas vidas seja preenchido todos os dias por uma gota de Deus!

Sonia e Fernando
Eq. 10B - Jundiaí/SP

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Mais uma vez Taubaté nos contemplou com um grande pregador. Certamente fomos premiados ao sermos escolhidos para coordenar, juntamente com a equipe 41B, um evento de tamanha importância para o movimento das ENS. 
Deus soprou sobre nós o Vosso Espírito e certamente foi tudo muito perfeito. Um tema com começo, meio e fim, permeado de muitos exercícios de PCEs, de muitos questionamentos pessoais que, pela sabedoria do Padre Vanzella, fez com que saíssemos muito melhor do que entramos. 
Foi-nos dado mecanismos de ensinamentos para mais um ano. Certamente se o bom senso prevalecer, nossa fé aumentará; fomos sabiamente orientados e exercitados para tanto. 
Um segundo ponto: o Cristo Ressuscitado colocou em nosso caminho a equipe 41B. Acredito que tenha sido a primeira coordenação que essa equipe participou, mas eles nos ensinaram com muita humildade o significado de “assumir responsabilidades”. Ansiavam em Deus pela sua capacitação, já que se colocaram a serviço do próximo com total entrega. Somando a eles, a segurança pelo tempo vivido de Roberto e Neusa, Wilson e Sueli, Sergio e Nice, Lu e Chico, e nós: eles foram os protagonistas, nós os coadjuvantes, que passamos a segurança da estréia. Aprendemos com eles o que significa um trabalho de equipe. Agradeço a Deus esta feliz união. Continuem assim, não deixem que o tempo consuma o que vocês tem de melhor: o Amor.
Que Deus seja louvado em nome de sua Mãe Maria! 

Fátima e Mário
Eq. 6A - Jundiaí/SP

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Um retiro? Sim, um excelente retiro.
Iniciou quando fomos recepcionados, na sexta feira. Pudemos sentir o amor dos casais das equipes 6A e 41B, que nos acolheram com muito entusiasmo.
Logo após o jantar nos dirigimos à sala de palestras, onde o padre Vanzella, um homem simples, vindo de Taubaté, iniciou suas colocações dizendo: “o retiro não é para mim, mas para vocês, casais”;
“através de textos do Evangelho vamos abordar os PCEs e proporcionar a vocês a oportunidade de realizá-los. O padre apenas orienta e vocês farão o retiro”.
Isso nos animou porque queríamos ter a oportunidade de manter um relacionamento pessoal com Deus. Nos últimos retiros que participamos tivemos belas palestras, uma ótima catequese, mas poucas oportunidades de conversar com Deus.
Sábado, após o café e a oração da manhã, nos dirigimos à sala de palestras para ouvir os primeiros ensinamentos do padre Vanzella. Foi proclamada a palavra de João 15, 9-16. Padre Vanzella nos colocou que “somos amigos e não servos de Jesus”. Com muita profundidade abordou esse texto que, embora por nós conhecido, muitos novos conceitos nos foram colocados.
Saímos para refletir sobre nosso relacionamento com Deus. Como “o” vemos? Somos amigos ou servos? Foi nos dado uma hora para refletir em casal, mais meia hora individualmente.
Seguindo essa mesma dinâmica, vários textos foram desenvolvidos, direcionando nossas reflexões para os PCEs e, com muita sabedoria, padre Vanzella colocou-nos diante da misericórdia de Deus.
Tivemos momentos fortes de oração: oração da manhã, duas missas, uma oração junto ao  Santíssimo  Sacramento e uma oração penitencial eucarística.
Consideramos que os momentos de maior profundidade que vivemos neste retiro foram as reflexões que nos aproximaram de Deus e nos levaram a constatar nossas limitações e superficialidades. 
Não podemos deixar de ressaltar a importante condução deste retiro por padre Vanzella que, com todo o seu humor e simplicidade, nos permitiu viver esses momentos.
Obrigado equipes de serviço, obrigado padre Vanzella.

Dina e Chico
Eq. 1B - Jundiaí/SP


Confiram as fotos deste fim de semana AQUI.
Fotos: Camila e Valdemir - Eq 41B


quinta-feira, 8 de junho de 2017

DISCERNIMENTO - No coração de Deus repousam os nomes dos CRS Jundiaí A e Jundiaí C.

Queridos equipistas,

Realizamos na terça-feira, dia 06 de junho, o discernimento para a escolha dos futuros Casais Responsáveis de Setor – Jundiaí A e Jundiaí C.

Num momento de profunda unidade, com a presença de todos os casais que compõem o atual colegiado, Pe. Júlio de Freitas, Sacerdote Conselheiro do Setor A, presidiu a Celebração Eucarística na qual nos alimentamos da Palavra e do próprio Cristo, para que, assim alimentados, pudéssemos, à luz do Espírito, despojarmo-nos de nossa vontade própria e deixarmo-nos guiar pelo sopro do Consolador e fazer a indicação dos nomes durante um “Dever de Sentar-se”.

O centro de todo discernimento foi a presença viva de Jesus Cristo, que atraía nossos olhares a fim de darmos o melhor para o Movimento.

Ao final deste processo, na certeza de que o próprio Deus inspirou a todos, depositamos no altar, aos pés do SSmo. Sacramento, as listas tríplices dos nomes.


Deus, que tudo conhece, já tem os escolhidos, e seus nomes repousam em seu coração. Permaneçamos em oração, para que os casais, que ainda serão divulgados, recebam de Deus as bênçãos e os capacite na missão. Desde já eles poderão contar com nossa ajuda e fidelidade.


Blog das ENS Jundiaí

Confira as fotos aqui.


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CRS: um chamado a um amor maior. 
É um chamado para amar mais: amar mais ao Senhor,  amar mais uns aos outros, amar mais ao Movimento e à Igreja.  O Senhor pergunta três vezes a Pedro: “Pedro, tu me amas? Me amas mais que os outros?” Esta é a única pergunta, a única condição colocada pelo Senhor que,  após a resposta afirmativa, diz: “Apascenta minhas ovelhas”. A primeira pergunta que o Senhor nos faz, antes de nos confiar uma responsabilidade, é uma pergunta sobre o amor.
(Manual do CRS) 

Foi uma noite repleta de bênçãos! A celebração foi simples e linda. Ninguém brilhou mais que o próprio Jesus! Foi emocionante para nós, Érica e Wilson, ver cada casal conversando, discernindo e intervindo na história do Movimento das ENS em Jundiaí. Passou um filme na nossa cabeça, de tudo que vivemos esses quase 3 anos e só pudemos agradecer a Deus por este chamado a amar mais!

Que seja feita a sua vontade, Senhor. Amém.

Érica e Wilson
CRS Jundiaí A


domingo, 4 de junho de 2017

Um Rei crucificado

Não existe reino sem a presença de um rei! 

O seu futuro desenvolvimento seguirá conforme os atos praticados e a direção dada pelo monarca.

Nos tempos antigos, de uma maneira geral, como mostra Samuel (1 Sm 8, 11), existiam tão somente “os direitos do rei”. Em nossos dias, nada é diferente: instalados em qualquer cargo de autoridade, os homens não costumam se colocar a serviço do seu povo, na busca do bem comum. Só visam aos seus interesses. E o rei ou a autoridade obrigará a isto, tomará aquilo, pegará acolá, cobrará o seu tributo.

Mas o nosso Rei é diferente: “diante dele os reis vão fechar a boca, pois verão uma coisa que nunca ouviram contar” (Is 52, 15). Ele vem se apresentar com a dignidade da Verdade, do Serviço, do Amor, tanto que Pilatos, impressionado, manda escrever na cruz: “O Rei dos Judeus” (cf. Jo 19,19).

A afirmação de sua realeza é a Cruz! É o Rei que veio para dar a vida por todos nós: o seu Evangelho é o Evangelho da Cruz. É um Rei que também solicita de todos: “Se alguém quiser servir a mim, que me siga” (Jo 12, 26), carregue a sua cruz, o seu fardo, e ajude o seu irmão a carregar a dele.

A manifestação máxima do poder e da graça de Deus é Jesus crucificado, subvertendo a sociedade e os projetos humanos. Aquilo que o mundo desprezava, “a cruz”, o Senhor escolheu para destruir “a sabedoria” das pessoas.

Portanto, nós, Casais Equipistas, que recebemos o chamado de Jesus, sejamos portadores e instrumentos dessa excelsa novidade que vem provocar em nós transformações radicais: 

“Ora, é por iniciativa de Deus que vocês existem em Jesus Cristo, o qual se tornou para nós sabedoria que vem de Deus, justiça, santificação e libertação”! (1 Cor 1, 30)

Fátima e João Bosco
Equipe 5A - Jundiaí - SP

sábado, 3 de junho de 2017

Encontro de Equipes Novas, em Jundiaí

No último final de semana, 27 e 28 de maio de 2017, foi realizado no Colégio Divino Salvador, em Jundiaí, o Encontro de Equipes Novas. Este encontro contou com a participação de 22 casais dos Setores Jundiaí A, Jundiaí B, Sorocaba A, Sorocaba B e Votorantim.

Nesses dois dias, os cincos casais formadores e o Padre Flávio Cavalca aprofundaram os fundamentos pilares das Equipes de Nossa Senhora: O Carisma, a Mistica, Os PCEs e a Reunião de Equipe. Todos os pontos foram abordados de uma maneira amorosa e esclarecedora, reforçando a importância de segui-los para alcançar a tão desejada Espiritualidade Conjugal.

Ao final, durante a Celebração Eucarística, os casais participantes procederam ao " Rito do Compromisso nas Equipes de Nossa Senhora ", no qual assumiram o compromisso de observar lealmente o Estatuto das Equipes de Nossa Senhora. 

Como participantes deste encontro, somos testemunhas que o aprofundamento das diretrizes das ENS reafirmou em nós o desejo de viver intensamente como Casal Equipista, seguindo tudo que as ENS nos propõem. Saímos deste encontro com sede de alcançar a Espiritualidade Conjugal, pois ratificamos que com ela alcançaremos uma vida plena e de paz na Família e na Sociedade.

Fabiana e André
Eq. 13A - Jundiaí/SP


O EEN realizado nos dias 27 e 28 de maio, foi para nós, uma nova e importante experiência dentro do Movimento. Aos poucos vamos nos profundando no conhecimento de sua história e de seu estatuto. O que mais nos contagiou foram o entusiasmo e a alegria dos formadores que, com seus testemunhos, muito nos estimulam e nos ajudam em nosso trabalho como CRE.

Com tudo isso, também a nossa espiritualidade conjugal cresce e passamos a buscar mais intensamente o amor de Deus, como parte de um caminho de santidade, que é o sentido maior do Sacramento do Matrimônio.

Muito forte para nós foi também o conhecimento, que aos poucos vai se aprofundando, da vida e da obra do Padre Caffarel, bastante citado pelos formadores. O “Profeta do século XX”, como é chamado, nos inspira e nos dá forças para que caminhemos com mais amor em nossa vida como esposos e também para com nossos irmãos de equipe.

Judith e Malagodi
Eq. 1B - Jundiaí/SP

As fotos destes dias estão aqui.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Pentecostes: uma vida sob a ação do Espírito

A Igreja nasceu no Espírito. Ela é movida, sustentada, guiada por Ele. Enfim, sem o Espírito Santo fica difícil pensar em Igreja, assim também nos membros dela. Nós não podemos e não conseguiremos viver sem o sopro do Espírito.

O Espírito Santo é invocado nos sacramentos. Como é maravilhoso perceber que, nas fases da vida cristã, recebemos essa força do Senhor! No batismo, somos batizados em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Quando somos perdoados no sacramento da penitência, somos perdoados pelo Espírito enviado do Pai e do Filho, e assim todos os sacramentos são realizados pela ação do Espírito.

Quando falamos da vida segundo o Espírito, não devemos imaginar uma vida fora da realidade, desvinculada de si mesma; aliás, a vida humana é composta pela realidade física, biológica, psíquica e espiritual. Nenhuma deve ser descartada, pois o ser humano é um todo. Devemos ter bem claro isso: somos um conjunto, mas precisamos reconhecer que, quando a vida espiritual vai mal, as outras realidades acabam indo mal; e quando se vive uma espiritualidade sadia, consegue-se superar o males físicos, biológicos e psíquicos.

Hoje, sem dúvida, temos de valorizar a vida espiritual, uma vida segundo o Espírito de Deus. Em nosso tempo, uma das grandes dificuldades que as pessoas vivem é uma vida sem sabor, sem sentido, uma vida de erros, à qual chamamos de pecado. Uma vida sem o auxílio do Alto é fadada ao fracasso, susceptível às doenças psíquicas e físicas. Quantas pessoas doentes no espírito, quantas pessoas perdidas! Quantas pessoas vão à igreja, mas, desanimadas, não conseguem se levantar ou possuem dificuldades para fazer isso?

Tanto para as pessoas que estão na igreja quanto para as que não estão, fica o convite: precisamos ter uma vida no Espírito para que todos sejamos saudáveis, fortes, esperançosos, para que não desanimemos frente às limitações humanas e aos poderes do mal.

Essa vida segundo o Espírito é vivida sob a orientação de Deus, sob a moção divina. Mas como a conseguir? É possível, por meio de uma vida de oração, ter contato com Deus, onde o Espírito Santo é o que nos impulsiona, é o que nos esclarece e ordena, é Aquele que nos faz perseverar e entender as situações. E mesmo que não as entendamos, Ele nos dá esperança, sentido à nossa vida. Os dons do Espírito nos ajudam no dia a dia.

Nós devemos buscar uma vida em Deus não só nos momentos difíceis, pois todo o tempo estamos sendo testados. Somos chamados, a cada momento, a dar uma resposta coerente, segundo o Cristo. Graças a Deus, existe um caminho que podemos percorrer para não nos perdermos: a Igreja Católica Apostólica Romana, pois esta já fez e faz um caminho sob a orientação do Espírito Santo.

Jesus, como narra e evangelista João, soprou sobre os discípulos o Espírito Santo (Jo 20,22). O Paráclito não foi derramado sobre um, mas sobre todos os discípulos, sobre a primeira comunidade reunida, a Igreja. Assim, eles se tornam apóstolos, e, encorajados pelo Sopro Divino, anunciam, com ousadia, o Cristo Ressuscitado. Quando surgiam os problemas e as dúvidas, os apóstolos podiam contavam uns com os outros. Pedro até poderia, como o primeiro, decidir, mas tomava a decisão junto com os apóstolos. Um exemplo é a eleição dos diáconos (Atos 6,1-6). Já no capítulo 15 de Atos, Paulo e Barnabé, em Antioquia, encontraram dificuldades com alguns cristãos judeus e foram tratar do assunto em Jerusalém. Esse é o primeiro concílio da Igreja.

Por fim, uma vida segundo o Espírito é uma vida no Espírito Santo, seguindo Suas orientações numa comunhão com a Igreja, a qual nos leva a discernir entre o certo e o errado, ajuda-nos a fazer a vontade de Deus e nos orienta em todos os momentos da nossa vida, principalmente quando nos impulsiona a viver a caridade. A vida segundo o Espírito nos faz pessoas melhores não para nós mesmos, não para nos sentirmos bem, mas ela nos leva ao necessitado, nos faz desprendidos das coisas terrenas, livres para servir aos outros e amá-los.

Vinde Espírito Santo!!
Cida e Moacir Aiello
Eq. 4B - Jundiaí/SP

terça-feira, 30 de maio de 2017

Peregrinação Provincial das Equipes de Nossa Senhora

No ultimo dia 20 de Maio os Setores Jundiaí A e Jundiaí B levaram 5 ônibus em peregrinação à Aparecida, onde nossos aproximadamente 200 equipistas se juntaram a milhares de outros da Província Sul I. 

Ônibus 1

Ônibus 2

Ônibus 3

Ônibus 4

Ônibus 5

A programação incluía um Terço pelos 300 anos de aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida, uma Missa e algum tempo livre para visitas, compras e confraternizações.





O trajeto de ida e de volta, como habitualmente, foi uma atração a parte, com momentos de oração, descontração e unidade, com brincadeira e partilha de alimentos.

Irmos como irmãos para a Casa da Mãe é sempre motivo de alegria! Louvamos a Deus por mais esta oportunidade que o movimento nos ofereceu.

Érica e Wilson Costacurta
Eq. 13A - Jundiaí/SP
Fotos deste dia:
Gerais: clique aqui.
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

O ar que respiramos

Estamos em uma constante peregrinação! Em toda a caminhada há necessidade de pararmos várias vezes, por instantes ou de modo mais demorado, para respirarmos pausadamente, procurando encher os pulmões de ar, a fim de reencetarmos novos e seguidos passos. Na vida cristã esse ar, que sempre devemos respirar, tem o nome de “Oração”!

Os grandes momentos da História Sagrada estão marcados pela oração do povo ou de seus representantes: eles oram a partir do que aconteceu, do que acontece e para que venha a acontecer, no futuro, alguma coisa.

Assim, Moisés seguidamente reza pelo seu povo: ele ia e voltava até Javé para falar com Ele (cf. Ex 34, 29-35). Davi sempre se volta a Deus em agradecimento: “É por causa da tua palavra e segundo o teu coração que fizeste o teu servo conhecer todas essas coisas” (2 Sm 7, 21). Salomão louva a Deus na inauguração do templo: “Seja bendito o Deus de Israel que realizou com a mão o que sua boca havia prometido” (1 Rs 8, 15).

Encontramos na Bíblia a importância da prece pessoal (cf. Tb 3, 11-16 ou da comunidade [cf. Sl 104 (103); Sl 15 (14); Sl 51 (50). Jesus nos ensinou a orar (cf. Lc 11, 2-20 e Mt 6, 9-13), mostrando que, primeiro, a oração deve estar voltada para o louvor a Deus e para a concretização de seu plano; a seguir, para as nossas carências; depois, para o perdão e para não se sucumbir às tentações. 

A oração deve ser, antes de tudo, uma conversa com Deus e, ao mesmo tempo, uma escuta. O Senhor sabe de nossas necessidades, mas gosta que O procuremos como um amigo (cf. Mt 6, 5-15). Ele mostra o nexo entre a oração e a missão, na vida pública (cf. Mt 4, 2) como para a redenção (cf. Mt 26, 36-46). Paulo afirma a excelência da Oração (cf. Col. 4, 2-4).

Para nós, Casais Equipistas, a oração é mais que um dever: é o próprio ar que respiramos, um vital abastecimento para a peregrinação. Por ela, seremos todos fortalecidos no Espírito e Cristo habitará em nossos corações. E, assim, compreenderemos:

“Qual a largura, o comprimento, a altura e a profundidade do seu Amor”
(Ef 3, 14-21)

João Bosco e Fátima
Eq. 5A - Jundiaí/SP

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Noite de Oração exalta o aniversário das ENS em Jundiaí

Depois da missa celebrativa dos 55 anos do movimento de Jundiaí, na paróquia Santo Antônio, foi a vez de uma Noite de Oração, no Aprendizado Dom José Gaspar, com o mesmo tema. 

A Noite de Oração aconteceu dia 15 e reuniu dezenas de casais dos dois setores. O objetivo do Movimento foi reforçar a história dele na cidade e quem comandou a noite foram as equipes 20A e 6B. Um dos casais apresentou como o movimento iniciou na cidade. Depois, foi passado um vídeo com depoimento de um dos primeiros casais a ingressarem nas equipes. Houve ainda um momento forte onde todos rezaram por cada uma das equipes e as crianças fizeram, ao final, uma pequena homenagem aos 'desbravadores' do movimento.


Que nossa história sirva de incentivo a tantos casais que buscam no matrimônio o caminho para a santidade!

Hanaí e Eli
Eq. 10A - Jundiaí/SP

segunda-feira, 8 de maio de 2017

ENS 55 anos em Jundiaí

Na ultima sexta-feira, dia 05 de Maio, aconteceu nossa Missa Mensal em ação de graças pelos 55 anos da presença do movimento das Equipes de Nossa Senhora em Jundiaí. Foi presidida por Pe. Alberto Simionato (SCE do Setor Jundiaí B), concelebrada por Pe. Luiz Spolti (SCE Eq 2B) e contou a presença de centenas de equipistas, além das pioneiras da Equipe 1A, que junto com seus esposos, corajosamente disseram SIM a esta proposta de vida conjugal em 1962.


Após a celebração, reunimos os irmãos para a já tradicional confraternização de aniversário, onde foi exibido este vídeo com lindos depoimentos de casais que vivenciaram a história das ENS em Jundiaí, além da saudação do nosso Bispo Diocesano:


Que o Senhor Jesus, amado Bom Pastor, continue a nos conduzir pela história.

As fotos deste dia estão aqui (ElisAndré - Eq 15A).

Blog das ENS Jundiaí


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Histórias que ensinam

Desde os primeiros tempos da história de Israel sempre houve uma grande dificuldade: a necessidade de se falar, a partir da mentalidade concreta dos orientais, de um Deus transcendente, que não comportava uma representação sensível (cf. Ex 20, 4). Por isso, desde o início, os escritores sagrados procuravam usar de fatos terrestres como sinais da realidade de Deus através de um conto, a que foi dado o nome de “parábola”.

Parábolas, assim, são histórias que visam apresentar imagens concretas da vida como sinais de realidades reveladas por Deus e relacionadas com o seu Reino. Os escritores sagrados, nos primeiros tempos, recorreram a qualidades ou expressões humanas, procurando mostrar manifestações de Deus (cf. Gn 2, 7; 6, 6 e 8,1). Os Profetas também usavam de comparações para evidenciar a própria vida do homem em seus aspectos moral e religioso (cf. Am 4, 1; Os 4, 16 e Is 5, 18 ).

Na escolha do método de parábolas, no uso de “pequenas histórias que ensinam”, Jesus seguiu o método pedagógico que já existia, dando-lhe, porém, novas cores e novo sentido. Pode aparecer, contudo, uma dificuldade: Jesus usava as parábolas como forma de ensinamento, porém, com frequência, não as explicava. Mas Ele mesmo apontava o caminho: “Quem tem ouvidos, ouça!” (Mt 13, 9). Em outras palavras: “Vocês ouviram! Agora, tratem de entender!”

Cristo continua repetindo as mesmas expressões para os discípulos de hoje. Ele deixa aos homens de boa vontade a descoberta da mensagem: nós temos inteligência e sabedoria para atingir, a partir das histórias do dia a dia, o sentido das coisas do Reino. Para isto, necessitamos da chave do entendimento, que é o próprio Cristo.

Nós, Casais Equipistas, procuremos vivenciar quem é Jesus e daí começaremos, tal como os Apóstolos do tempo de Cristo, a entender e conhecer o mistério do Reino:

“Agora, estás falando claramente e sem comparações! Agora sabemos que tu sabes todas as coisas! Agora acreditamos que saíste de junto de Deus!” 
(cf. Jo 16, 29-30).

Fátima e João Bosco
Eq. 5A - Jundiaí-SP

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Páscoa: a alegria da Ressurreição!

Se fôssemos resumir em uma palavra a festa da Páscoa, com certeza a palavra seria alegria. Alegria imensa, que explode e contagia. Em todas as passagens da Escritura que falam da ressurreição de Jesus, duas ações acontecem: encher-se de alegria e sair para comunicar aos outros. Ou seja, diante da realidade da ressurreição, alegro-me ao ponto de não conseguir reter esta felicidade, mas tenho como obrigação comunicá-la aos meus irmãos, que são também irmãos do Ressuscitado.

Cristo, nossa Páscoa, foi imolado, façamos festa no Senhor! O domingo de Páscoa é o dia mais alegre do ano, porque o Senhor da vida triunfa sobre a morte, sobre o pecado, sobre o mundo. E é tão intensa essa alegria, que perdura até a festa de Pentecostes. No tempo pascal, com efeito, a cada dia das sete semanas se vive a mesma alegria do domingo da ressurreição.

A ressurreição é a confirmação que o Pai dá de que Jesus é verdadeiramente seu Filho, e Ele ressuscitou como primícia, como conquista e certeza da nossa ressurreição. É também a confirmação de nossa fé. Diz São Paulo: Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa fé, e nós somos os mais dignos de pena (1Cor 15,17). Quem, de fato, pode crer e esperar em um morto? Mas Jesus está vivo! E nós somos os mais felizes, pois Aquele em quem depositamos nossa fé está vivo, ressuscitado e ressuscitante.

Um coração e um espírito novos são dons eminentemente pascais, que capacitam o fiel a cantar o Aleluia, a associar-se à alegria da Igreja para o anúncio do Ressuscitado, pois também o cristão ressuscitou para viver em Cristo para a glória de Deus(1). Portanto, essa alegria não é comunicada para nós apenas, mas deve ser proclamada, publicada, comunicada a cada homem e a cada mulher, a fim de que toda língua anuncie com alegria que Jesus ressuscitado é o Senhor (cf. Fl 2,9-11). E como comunicá-la? Através da palavra, sem dúvida, mas sobretudo através de nossa vida, da misericórdia encarnada em nossos gestos, da alegria que compartilhamos, da fidelidade incondicional ao Senhor, de nossos atos solícitos…

Toda a nossa vida presente deve transcorrer no louvor de Deus, porque louvar a Deus será também a alegria eterna de nossa vida futura. Ora, ninguém pode tornar-se apto para a vida futura se, desde já, não se prepara para ela. Agora louvamos a Deus, mas também rogamos a Ele. Nosso louvor está cheio de alegrias, e nossa oração de gemidos. Foi-nos prometido algo que ainda não possuímos; porém, por ser feliz quem o prometeu, alegramo-nos na esperança; mas, como ainda não estamos na posse da promessa, gememos de ansiedade. É bom perseverarmos no desejo, até que a promessa se realize; então acabará o gemido e permanecerá somente o louvor.

Assim podemos considerar duas fases da nossa existência: a primeira, que acontece agora em meio às tentações e dificuldades da vida presente; e a segunda, que virá depois, na segurança e alegria eterna. Por isso, foram instituídas para nós duas celebrações: a do tempo antes da Páscoa e a do tempo depois da Páscoa.

O tempo antes da Páscoa representa as tribulações que passamos nesta vida. O que celebramos agora, depois da Páscoa, significa a felicidade que alcançamos na vida futura. Portanto, antes da Páscoa celebramos o que estamos vivendo; depois da Páscoa celebramos o que ainda não possuímos. Eis por que passamos o primeiro tempo em jejuns e orações; no segundo, porém, que estamos celebrando, deixando os jejuns, nos dedicamos ao louvor de Deus. É este o significado do Aleluia que cantamos.

Cristo ressuscitou, aleluia!! Verdadeiramente ressuscitou!!

Cida e Moacir Aiello
Eq. 04 B - Jundiaí/SP

A Boa Nova


Nos últimos tempos, conforme assinala a História da Salvação, aparece em nossa história “o Mensageiro, aquele que anuncia a paz, que traz a boa notícia, que anuncia a Salvação” (Is 52, 7). E a própria pessoa do Mensageiro se torna o centro dessa Boa Nova: “O Evangelho é a Boa Notícia de Jesus, o Messias, o Filho de Deus” (Mc 1, 1).

Uma grande pergunta se faz agora, não mais para o povo de Israel, mas para os homens de nossos dias: O que significa hoje a Boa Nova, o Evangelho? Será uma simples história da vida de Jesus? Ou só um código de moral, um conjunto de doutrinas, como era para os fariseus e doutores da lei? Ou somente um rito a ser seguido? Ou uma simples leitura, muitas vezes proveniente da abertura, ao acaso, de suas páginas? Os Evangelistas e os Apóstolos estavam interessados somente nessas coisas? Infelizmente, para muitos, a Boa Nova significa tão só um desses aspectos. Nada mais...

Se procurarmos perceber, refletindo e vivendo o Evangelho, qual era o interesse dos Evangelistas e dos Apóstolos, a conclusão é totalmente diferente. Eles falam de Alguém que está vivo, de Jesus Ressuscitado, assinalando a sua presença amiga em nós: “Para mim, viver é Cristo” (Fl 1, 21).

A sua leitura, então, só tem sentido se mostrarmos a mesma convicção de amizade com o Cristo vivo, se procurarmos conhecê-Lo e saber o que Ele pede de nós. Só assim terão significado a doutrina, a moral, a história, a cerimônia, o culto: O Evangelho, a Boa Nova, deve ser uma realidade viva e pessoal. Cristo veio “promulgar o Ano de Graça de Javé” (cf. Is 61, 1-3).

Nós, Casais Equipistas, cuidemos para que todo esse tempo seja de descoberta de um sentido para nossas vidas. E, com certeza, Jesus nos dará o descanso para o peso de nossos fardos e aprenderemos com Ele, “que é manso e humilde de coração” (Mt 11, 28-29).

Ainda, não deixemos essa descoberta somente para nós. Anunciemos aos irmãos esse Evangelho, essa Boa Nova, essa Amizade com Cristo. E esse anúncio é uma necessidade que nos é colocada:

“Ai de nós se não anunciarmos o Evangelho” 
(1 Cor 9, 16-18)

Fátima e João Bosco
Eq. 05 A - Jundiaí/SP

segunda-feira, 6 de março de 2017

O Menino

As maravilhas de Deus continuam a se manifestar na História da Salvação. As pessoas, que andam na luz da fé, necessitam ficar sempre atentas às ações do Senhor nas suas existências: os inúmeros sinais desses prodígios se originam “tanto da profundeza da terra como das alturas do céu!” (Is 7, 11).

Na indiferença de alguns, nas hesitações de outros, nas negativas ou resistências de muitos em pedirem ou verem um sinal, Deus sempre responde com providenciais ações na história humana. O primeiro sinal da Nova Aliança já tinha sido prometido há muitos séculos:

“Ouvi, então, vós, casa de Davi; será que achais pouco incomodar
os homens e passais a incomodar até o meu Deus? Pois bem: o próprio
Senhor vos dará um sinal. Eis que uma virgem conceberá e dará à luz
um filho e lhe porá o nome de Emanuel!” 
(Is 7, 13-14)

Quando se completaram os tempos, esse maravilhoso acontecimento vem iluminar os céus e a terra, narrado em apenas algumas linhas através de uma admirável simplicidade e mostrado aos homens mediante um episódio extraordinário na história do mundo:

“E a Palavra se fez carne e habitou entre nós!”
(Jo 1, 14)

Um Deus que planta a própria tenda entre os homens: foi-nos dado um Menino! Ele quis realmente ser como um de nós, fazendo-se homem! Só assim os homens se tornaram realmente cristãos!

Nós, Casais Equipistas, como nos portamos diante desse Menino? Sentimos que uma grande coisa é a criatura humana para Deus? Se o ser humano é a comunicação maior de Deus na criação, então  Jesus-Homem é a máxima comunicação de Deus na história. Ele, através  desta Criança, veio presentear-nos a alegria:

“Não temais, pois vos anuncio uma grande alegria!” 
(Lc. 2, 10)

Por isso, na Liturgia do Natal um cântico novo é entoado por todos:

“Nasceu-nos hoje um Menino e um Filho nos foi dado!”
“Grande é este pequenino, Rei da Paz será chamado!”
(Hinário Litúrgico - Liturgia V)


João Bosco e Fátima
Eq. 5A – Jundiaí/SP

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

EACRE 2017

Nos dias 28 e 29 de Janeiro, 175 casais estiveram no Centro Arquidiocesano de Pastoral, em Sorocaba, para o Encontro Anual de Casais Responsáveis de Equipe. Passaram por lá também, aproximadamente 20 conselheiros, entre padres, diáconos e religiosas.

No sábado de manhã Dom Vicente Costa presidiu a Missa de Abertura do EACRE e no domingo, outra celebração foi presidida por Dom Eduardo - bispo emérito de Sorocaba.



O tema que nos acompanhará este ano é "Pontes Sim, Muros Não" e quem nos falou sobre ele foi o Pe. Manuel Junior, SCE da Região SP Sul II. Também tivemos palestra com o Casal Responsável da Província Sul I, Sandra e Valdir, que nos falou sobre as Orientações para 2017. Além destes, outras palestras de formação serviram de alavancas para os Casais Responsáveis de Equipe, de modo que motivados, motivem os casais de suas equipes. Tivemos a oportunidade de ouvir e aprender sobre Amoris Laetitiae, Comunidades Nossa Senhora da Esperança, Equipes Jovens de Nossa Senhora, O Retiro nas ENS, Campanha da Fraternidade, etc.

Jundiaí A e B puderam ainda, mais uma vez, experimentar a rica experiência do acolhimento. Equipistas de Sorocaba e Votorantim acolheram nossos casais em suas casas e os testemunhos foram maravilhosos, como já era de se esperar.

Pudemos experimentar nestes dias, muita união, companheirismo, amizade e o verdadeiro espírito de comunidade.

Deus seja louvado por mais um EACRE e por tantas vidas abençoadas que passaram por ali.

Alguns momentos:

Missa de Abertura com Dom Vicente Costa

Nossa Senhora, a intercessora. As velas representando os Setores e a Região. No fundo o muro que foi desconstruído ao longo do EACRE e um parte da ponte, que apareceu depois que o muro desapareceu.

Nossa Senhora intercedendo pelos equipistas.

O pessoal do canto e animação, cantando a musica que foi o fio condutor do Encontro.


O hipopótamo fez a alegria do pessoal com os "atrasadinhos", que tinham que subir ao palco para dançar.

Momento de formação para as equipes que estão na Trilogia Inicial.

Reunião dos Conselheiros.

Momento de oração e união.

Pra encerrar o sábado, a alegria dos Casais Responsáveis de Setor e Casal Regional (Equipe Regional).

Iniciando o domingo com a Santa Missa, presidida por Dom Eduardo.

Auditório do Centro Arquidiocesano de Pastoral (CAP).

Sandra e Valdir (CRP) falam sobre as Orientações 2017.
Auditório completamente lotado para o EACRE 2017.

Os grupos valorizam a troca de experiências.
Casal Regional (Rose e Rubens) e Casal Provincial (Sandra e Valdir) tiram as dúvidas do pessoal.
Prontos para serem enviados para a missão.



Blog das ENS Jundiaí

O Servo de Javé

A visão dos homens no tempo em relação aos seus deuses era frustrante. Estes pareciam se colocar à distância dos seres humanos, encastelados no “Olimpo”, entre prazeres e orgias, sem se incomodarem com as labutas e as dificuldades da humanidade. Os pensamentos e as esperanças conduziam aqueles, que descriam desses deuses, a uma efetiva aspiração de um Deus que se incomodasse com eles, que viesse eliminar tantas dúvidas, tantos sofrimentos, tantas “não respostas” aos habitantes da terra. 

Mesmo o povo hebraico, apesar do reiterado anúncio da vinda do esperado Messias, passava a esperar um rei guerreiro, conquistador, que deveria resgatar o reino dos judeus e conquistar o mundo, eivado de paixões e ódio como os demais deuses daquelas épocas. 

Na verdade, um sinal maravilhoso, prometido por Deus, não era lembrado: um Deus que viesse ao mundo para responder àquelas esperanças, que mostrasse o valor do sofrimento e de uma vida fundamentada no serviço e amor. O vaticínio do Deutero-Isaías sobre o “Servo de Deus” (cf. Is 52, 13), tinha sido esquecido. Aquele que “iria se humilhar” (cf. Is 53, 7), “que iria se entregar à morte” (cf. Is 53, 12), “ser esmagado pelo sofrimento” (cf. Is 53, 10), “para devolver a muitos a verdadeira justiça” (cf. Is 53, 11), esse misterioso “Servo”, havia se desvanecido de suas mentes e corações. 

Nós, casais equipistas, como temos respondido ao anúncio maravilhoso do “Servo de Deus” mostrado no Antigo Testamento? Com a certeza de um Deus que participaria de nossas vidas, que viria para ensinar-nos o valor do servir e elevar-nos à natureza divina? 

Nunca olvidemos das lições do Deutero-Isaías e de Paulo: 
“Ele tinha a condição divina, mas não se apegou à sua igualdade com Deus. Ao invés, esvaziou-se a si mesmo e assumiu a condição de servo”! 
(Fl. 2, 6-7). 

João Bosco e Fátima
Eq. 5A - Jundiaí/SP