quinta-feira, 27 de julho de 2017

“A linha de confim entre o bem e o mal passa no coração de cada pessoa”



Neste domingo, 23 de julho, o Papa Francisco apareceu na janela de seu escritório no Palácio Apostólico Vaticano para rezar o Angelus com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro. 
Estas foram as palavras do pontífice pronunciadas antes da oração mariana.


Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

A página evangélica de hoje, apresenta três parábolas em que Jesus fala às multidões sobre o Reino de Deus. Detenho-me sobre a primeira: A do trigo bom e do joio, que ilustra o problema do mal no mundo e destaca a paciência de Deus (Mt 13,24-30.36-43). Quanta paciência Deus tem conosco! Cada um de nós pode dizer: “Quanta paciência Deus tem comigo”. A narrativa se desenvolve em um campo com dois protagonistas opostos. De um lado, o patrão do campo que representa Deus e semeia a boa semente; do outro, o inimigo que representa Satanás e espalha a erva daninha.

Com o passar do tempo no meio do trigo cresce também o joio e diante deste fato o patrão e seus servos têm atitudes diferentes. Os servos queriam intervir arrancando o joio, mas o patrão que está preocupado sobretudo em salvar o trigo se opõe à iniciativa dizendo: “Não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo” (v 29). Com esta imagem, Jesus nos diz que neste mundo o bem e o mal estão interligados, que é impossível separar-lhes e erradicar todo o mal. Somente Deus pode fazer isso e o fará no juízo final. Com suas ambiguidades e seu caráter compósito, a situação presente é o campo da liberdade, o campo da liberdade dos cristãos, onde se realiza o difícil exercício do discernimento entre o bem e o mal.

Neste campo, portanto, une-se, com grande confiança em Deus e na sua providência, duas atitudes aparentemente contraditórias: a decisão e a paciência. A decisão é a de querer ser o trigo bom – todos querem – com todas as próprias forças e se afastar do mal e de suas seduções. A paciência significa preferir uma Igreja que é fermento na massa, que não tem medo de sujar as mãos lavando os panos de seus filhos, em vez de uma Igreja de “puros” que pretende julgar antes do tempo quem está no Reino de Deus e quem não está.

O Senhor, que é a Sabedoria encarnada, ajuda-nos hoje a compreender que o bem e o mal não são identificados em territórios definidos ou em determinados grupos de pessoas: “Estes são os bons e estes são os maus”. Ele nos diz que a linha de confim entre o bem e o mal passa no coração de cada pessoa, passa no coração de cada um de nós, isto é: Somos todos pecadores. Eu queria perguntar a vocês: “Quem não é pecador, levante a mão”. Ninguém! Porque todos nós somos, somos todos pecadores. Jesus Cristo por sua morte na cruz e a sua ressurreição, nos libertou da escravidão do pecado e nos dá a graça de prosseguir numa vida; mas com o Batismo também nos deu a Confissão, porque precisamos sempre ser perdoados de nossos pecados. Olhar sempre e apenas o mal que está fora de nós significa não querer reconhecer o pecado que está em nós.

Depois, Jesus nos ensina uma maneira diferente de olhar o mundo, de observar a realidade. Somos chamados a aprender os tempos de Deus – que não são os nossos tempos – e o “olhar” de Deus: graças à influência benéfica de uma trepidante espera, o que era joio ou parecia ser joio, pode se tornar um produto bom. É a realidade da conversão. É a perspectiva da esperança!

Que a Virgem Maria nos ajude a colher na realidade que nos rodeia não apenas a sujeira e o mal, mas também o bem e o belo, a desmascarar a obra de Satanás, mas acima de tudo, a confiar na ação de Deus que fecunda a história.

Papa Francisco
(ZENIT)

domingo, 9 de julho de 2017

Vencendo a desvalorização da família

Mais do que nunca, hoje, a família é atingida por muitas causas: pela praga do divórcio, das “uniões livres”, do aborto, do controle irregular da natalidade, do chamado “amor livre”, do “sexo seguro”, da “produção independente”, da inseminação artificial, dos “casamentos” de homossexuais, dos preservativos, da eutanásia, dos úteros de aluguel, da pornografia, da ideologia de gêneros, dos adultérios, dos feminismos excêntricos, das novelas imorais, das brigas, da bebida etc.

Toda essa desordem moral desaba sobre a família e seus amargos frutos caem sobre a própria sociedade, especialmente sobre as crianças. A batalha final de Satanás contra a Igreja será pela “destruição do matrimônio e da família”; e hoje isso é notório, pois aí está a base do plano de Deus.

No contexto da civilização do desfrutamento, a mulher pode tornar-se para o homem um objeto, o filho um obstáculo para os pais, a família uma instituição embaraçante para a liberdade dos membros que a compõem. Para convencer-se disto, basta examinar certos programas de educação sexual introduzidos nas escolas, as tendências pró-abortivas que em vão procuram esconder-se atrás do chamado “direito de escolha” (pro choice) por parte de ambos os cônjuges, e particularmente por parte da mulher.

O chamado “sexo seguro”, propagandeado pela civilização técnica, na realidade é, sob o perfil das exigências globais da pessoa, ‘radicalmente não seguro’, e mais, gravemente perigoso. Por causa disso que há entre nós milhares de crianças “órfãs de pais vivos”. Que tristeza!

A miséria maior que destrói as famílias, pobres e ricas, é a miséria moral e a falta de religião. É este resgate moral que precisamos realizar para recuperar a família segundo o coração de Deus. De tudo o que foi exposto até aqui, chegamos à conclusão de que a reforma da sociedade não poderá ser feita sem a reforma da família, segundo os planos do seu Fundador. Somente ancorada na Lei eterna de Deus a família e a sociedade poderão ser felizes.

Em vista destas ameaças contra a família, torna-se cada vez mais importante uma “educação no lar”, que valorize a vida, a lei de Deus, a catequese, a oração em família e a solidariedade entre pais e filhos, entre esposo e esposa. Marido e mulher precisam ser fiéis um ao outro, e jamais se permitirem envolver com intimidades com outras pessoas, ameaçando a destruição da família com o adultério e o divórcio.

Os cristãos precisam, por outro lado, se manifestar de maneira organizada e unida com a hierarquia da Igreja, contra tudo que seja proposta de lei que ameace a família, e rechaçar das escolas tudo que seja imoral na formação dos filhos. A grande maioria católica do nosso país não pode se tornar uma maioria silenciosa e omissa, dominada por uma minoria gritante e agitadora que quer implantar entre nós leis imorais e destruidoras da família.

Cida e Moacir Aiello
Equipe Nossa Senhora Aparecida - 4B
Jundiaí - SP

segunda-feira, 12 de junho de 2017

1º Retiro de 2017

O primeiro Retiro Anual de 2017 aconteceu nos dias 2, 3 e 4 de Junho, na Casa de Eventos São Carlos, sob a orientação do Pe. José Adalberto Vanzella, da Diocese de Taubaté, que há 32 anos exerce o ministério sacerdotal. Ele - que é especializado em filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, mestre em teologia pastoral pela Faculdade Assunção de São Paulo e doutor na mesma área pela PUC do Rio de Janeiro - conquistou os casais com sua simplicidade e simpatia. Os dias foram agradáveis, de profundas reflexões e oportunidades de encontro com Cristo.




Confiram abaixo alguns depoimentos:

Participamos neste final de semana, de 02 a 04 de junho, do Retiro das ENS de Jundiaí, organizado com muito zelo pelas equipes 6A e 41B e ministrado pelo excelente Padre Vanzella. E que tempo abençoado!
Por meio de parábolas e com uma didática muito simples, mas inundado de conhecimento e sabedoria, fomos conduzidos a refletir nosso casamento, vivenciando toda a mística da espiritualidade conjugal.
Em Mt. 13,44-46, fomos convidados a namorar e nos redescobrir como "tesouros e pérolas" um para o outro... Uma volta ao início de tudo!
Na Meditação em casal, fomos provocados a pensar nossa relação a partir do grão da mostarda (Mt. 13,31-32) e perceber que temos qualidades e limitações, mas que devemos sempre nos inspirar no amor misericordioso de Deus em nosso casamento.
E nada como um bom Dever de Sentar-se para que, iluminados pelo Espírito Santo, pudéssemos separar o joio do trigo em nossas vidas (Mt. 13,24-30), buscando preenchermo-nos cada vez mais do amor de Deus.
Sempre que tirarmos o ar de um copo, ele se encherá de ar novamente, e nem sempre com um ar puro. É necessário enchê-lo de água (amor de Deus) para que o ar saia e não retorne. 
À luz do Evangelho (Lc. 10,25-37) e com o coração tocado por todos os ensinamentos vivenciados neste tempo, refletimos nossa caminhada de casal cristão e nossa responsabilidade evangelizadora, nos comprometendo com uma Regra de Vida que realmente nos conduza à superação das nossas fraquezas.
Se o propósito de um Retiro é a nossa conversão, temos certeza que após cada Escuta da Palavra e reflexão, a cada vivência do silêncio pessoal, saímos mais fortalecidos em nossa fé e mais preparados para nossa missão de casal evangelizador, pois a semente caiu em terra boa (Mt. 13,1-9).
Rogamos ao Espírito Santo, pela intercessão de Nossa Senhora, que o copo de nossas vidas seja preenchido todos os dias por uma gota de Deus!

Sonia e Fernando
Eq. 10B - Jundiaí/SP

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Mais uma vez Taubaté nos contemplou com um grande pregador. Certamente fomos premiados ao sermos escolhidos para coordenar, juntamente com a equipe 41B, um evento de tamanha importância para o movimento das ENS. 
Deus soprou sobre nós o Vosso Espírito e certamente foi tudo muito perfeito. Um tema com começo, meio e fim, permeado de muitos exercícios de PCEs, de muitos questionamentos pessoais que, pela sabedoria do Padre Vanzella, fez com que saíssemos muito melhor do que entramos. 
Foi-nos dado mecanismos de ensinamentos para mais um ano. Certamente se o bom senso prevalecer, nossa fé aumentará; fomos sabiamente orientados e exercitados para tanto. 
Um segundo ponto: o Cristo Ressuscitado colocou em nosso caminho a equipe 41B. Acredito que tenha sido a primeira coordenação que essa equipe participou, mas eles nos ensinaram com muita humildade o significado de “assumir responsabilidades”. Ansiavam em Deus pela sua capacitação, já que se colocaram a serviço do próximo com total entrega. Somando a eles, a segurança pelo tempo vivido de Roberto e Neusa, Wilson e Sueli, Sergio e Nice, Lu e Chico, e nós: eles foram os protagonistas, nós os coadjuvantes, que passamos a segurança da estréia. Aprendemos com eles o que significa um trabalho de equipe. Agradeço a Deus esta feliz união. Continuem assim, não deixem que o tempo consuma o que vocês tem de melhor: o Amor.
Que Deus seja louvado em nome de sua Mãe Maria! 

Fátima e Mário
Eq. 6A - Jundiaí/SP

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Um retiro? Sim, um excelente retiro.
Iniciou quando fomos recepcionados, na sexta feira. Pudemos sentir o amor dos casais das equipes 6A e 41B, que nos acolheram com muito entusiasmo.
Logo após o jantar nos dirigimos à sala de palestras, onde o padre Vanzella, um homem simples, vindo de Taubaté, iniciou suas colocações dizendo: “o retiro não é para mim, mas para vocês, casais”;
“através de textos do Evangelho vamos abordar os PCEs e proporcionar a vocês a oportunidade de realizá-los. O padre apenas orienta e vocês farão o retiro”.
Isso nos animou porque queríamos ter a oportunidade de manter um relacionamento pessoal com Deus. Nos últimos retiros que participamos tivemos belas palestras, uma ótima catequese, mas poucas oportunidades de conversar com Deus.
Sábado, após o café e a oração da manhã, nos dirigimos à sala de palestras para ouvir os primeiros ensinamentos do padre Vanzella. Foi proclamada a palavra de João 15, 9-16. Padre Vanzella nos colocou que “somos amigos e não servos de Jesus”. Com muita profundidade abordou esse texto que, embora por nós conhecido, muitos novos conceitos nos foram colocados.
Saímos para refletir sobre nosso relacionamento com Deus. Como “o” vemos? Somos amigos ou servos? Foi nos dado uma hora para refletir em casal, mais meia hora individualmente.
Seguindo essa mesma dinâmica, vários textos foram desenvolvidos, direcionando nossas reflexões para os PCEs e, com muita sabedoria, padre Vanzella colocou-nos diante da misericórdia de Deus.
Tivemos momentos fortes de oração: oração da manhã, duas missas, uma oração junto ao  Santíssimo  Sacramento e uma oração penitencial eucarística.
Consideramos que os momentos de maior profundidade que vivemos neste retiro foram as reflexões que nos aproximaram de Deus e nos levaram a constatar nossas limitações e superficialidades. 
Não podemos deixar de ressaltar a importante condução deste retiro por padre Vanzella que, com todo o seu humor e simplicidade, nos permitiu viver esses momentos.
Obrigado equipes de serviço, obrigado padre Vanzella.

Dina e Chico
Eq. 1B - Jundiaí/SP


Confiram as fotos deste fim de semana AQUI.
Fotos: Camila e Valdemir - Eq 41B


quinta-feira, 8 de junho de 2017

DISCERNIMENTO - No coração de Deus repousam os nomes dos CRS Jundiaí A e Jundiaí C.

Queridos equipistas,

Realizamos na terça-feira, dia 06 de junho, o discernimento para a escolha dos futuros Casais Responsáveis de Setor – Jundiaí A e Jundiaí C.

Num momento de profunda unidade, com a presença de todos os casais que compõem o atual colegiado, Pe. Júlio de Freitas, Sacerdote Conselheiro do Setor A, presidiu a Celebração Eucarística na qual nos alimentamos da Palavra e do próprio Cristo, para que, assim alimentados, pudéssemos, à luz do Espírito, despojarmo-nos de nossa vontade própria e deixarmo-nos guiar pelo sopro do Consolador e fazer a indicação dos nomes durante um “Dever de Sentar-se”.

O centro de todo discernimento foi a presença viva de Jesus Cristo, que atraía nossos olhares a fim de darmos o melhor para o Movimento.

Ao final deste processo, na certeza de que o próprio Deus inspirou a todos, depositamos no altar, aos pés do SSmo. Sacramento, as listas tríplices dos nomes.


Deus, que tudo conhece, já tem os escolhidos, e seus nomes repousam em seu coração. Permaneçamos em oração, para que os casais, que ainda serão divulgados, recebam de Deus as bênçãos e os capacite na missão. Desde já eles poderão contar com nossa ajuda e fidelidade.


Blog das ENS Jundiaí

Confira as fotos aqui.


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CRS: um chamado a um amor maior. 
É um chamado para amar mais: amar mais ao Senhor,  amar mais uns aos outros, amar mais ao Movimento e à Igreja.  O Senhor pergunta três vezes a Pedro: “Pedro, tu me amas? Me amas mais que os outros?” Esta é a única pergunta, a única condição colocada pelo Senhor que,  após a resposta afirmativa, diz: “Apascenta minhas ovelhas”. A primeira pergunta que o Senhor nos faz, antes de nos confiar uma responsabilidade, é uma pergunta sobre o amor.
(Manual do CRS) 

Foi uma noite repleta de bênçãos! A celebração foi simples e linda. Ninguém brilhou mais que o próprio Jesus! Foi emocionante para nós, Érica e Wilson, ver cada casal conversando, discernindo e intervindo na história do Movimento das ENS em Jundiaí. Passou um filme na nossa cabeça, de tudo que vivemos esses quase 3 anos e só pudemos agradecer a Deus por este chamado a amar mais!

Que seja feita a sua vontade, Senhor. Amém.

Érica e Wilson
CRS Jundiaí A


domingo, 4 de junho de 2017

Um Rei crucificado

Não existe reino sem a presença de um rei! 

O seu futuro desenvolvimento seguirá conforme os atos praticados e a direção dada pelo monarca.

Nos tempos antigos, de uma maneira geral, como mostra Samuel (1 Sm 8, 11), existiam tão somente “os direitos do rei”. Em nossos dias, nada é diferente: instalados em qualquer cargo de autoridade, os homens não costumam se colocar a serviço do seu povo, na busca do bem comum. Só visam aos seus interesses. E o rei ou a autoridade obrigará a isto, tomará aquilo, pegará acolá, cobrará o seu tributo.

Mas o nosso Rei é diferente: “diante dele os reis vão fechar a boca, pois verão uma coisa que nunca ouviram contar” (Is 52, 15). Ele vem se apresentar com a dignidade da Verdade, do Serviço, do Amor, tanto que Pilatos, impressionado, manda escrever na cruz: “O Rei dos Judeus” (cf. Jo 19,19).

A afirmação de sua realeza é a Cruz! É o Rei que veio para dar a vida por todos nós: o seu Evangelho é o Evangelho da Cruz. É um Rei que também solicita de todos: “Se alguém quiser servir a mim, que me siga” (Jo 12, 26), carregue a sua cruz, o seu fardo, e ajude o seu irmão a carregar a dele.

A manifestação máxima do poder e da graça de Deus é Jesus crucificado, subvertendo a sociedade e os projetos humanos. Aquilo que o mundo desprezava, “a cruz”, o Senhor escolheu para destruir “a sabedoria” das pessoas.

Portanto, nós, Casais Equipistas, que recebemos o chamado de Jesus, sejamos portadores e instrumentos dessa excelsa novidade que vem provocar em nós transformações radicais: 

“Ora, é por iniciativa de Deus que vocês existem em Jesus Cristo, o qual se tornou para nós sabedoria que vem de Deus, justiça, santificação e libertação”! (1 Cor 1, 30)

Fátima e João Bosco
Equipe 5A - Jundiaí - SP

sábado, 3 de junho de 2017

Encontro de Equipes Novas, em Jundiaí

No último final de semana, 27 e 28 de maio de 2017, foi realizado no Colégio Divino Salvador, em Jundiaí, o Encontro de Equipes Novas. Este encontro contou com a participação de 22 casais dos Setores Jundiaí A, Jundiaí B, Sorocaba A, Sorocaba B e Votorantim.

Nesses dois dias, os cincos casais formadores e o Padre Flávio Cavalca aprofundaram os fundamentos pilares das Equipes de Nossa Senhora: O Carisma, a Mistica, Os PCEs e a Reunião de Equipe. Todos os pontos foram abordados de uma maneira amorosa e esclarecedora, reforçando a importância de segui-los para alcançar a tão desejada Espiritualidade Conjugal.

Ao final, durante a Celebração Eucarística, os casais participantes procederam ao " Rito do Compromisso nas Equipes de Nossa Senhora ", no qual assumiram o compromisso de observar lealmente o Estatuto das Equipes de Nossa Senhora. 

Como participantes deste encontro, somos testemunhas que o aprofundamento das diretrizes das ENS reafirmou em nós o desejo de viver intensamente como Casal Equipista, seguindo tudo que as ENS nos propõem. Saímos deste encontro com sede de alcançar a Espiritualidade Conjugal, pois ratificamos que com ela alcançaremos uma vida plena e de paz na Família e na Sociedade.

Fabiana e André
Eq. 13A - Jundiaí/SP


O EEN realizado nos dias 27 e 28 de maio, foi para nós, uma nova e importante experiência dentro do Movimento. Aos poucos vamos nos profundando no conhecimento de sua história e de seu estatuto. O que mais nos contagiou foram o entusiasmo e a alegria dos formadores que, com seus testemunhos, muito nos estimulam e nos ajudam em nosso trabalho como CRE.

Com tudo isso, também a nossa espiritualidade conjugal cresce e passamos a buscar mais intensamente o amor de Deus, como parte de um caminho de santidade, que é o sentido maior do Sacramento do Matrimônio.

Muito forte para nós foi também o conhecimento, que aos poucos vai se aprofundando, da vida e da obra do Padre Caffarel, bastante citado pelos formadores. O “Profeta do século XX”, como é chamado, nos inspira e nos dá forças para que caminhemos com mais amor em nossa vida como esposos e também para com nossos irmãos de equipe.

Judith e Malagodi
Eq. 1B - Jundiaí/SP

As fotos destes dias estão aqui.