segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Blog sob novo comando!

Queridos amigos equipistas,

Nós, Érica e Wilson, queremos usar esse espaço tão especial para comunica-lhes nossa saída do comando do Blog e Email das ENS Jundiaí. 

O nosso movimento mesmo nos ensina a todo momento que a transitoriedade é saudável! É preciso novas idéias, novo fôlego, novas atitudes, para que as notícias, avisos e orientações cheguem a todos de maneira eficiente.

Antes, gostaríamos de partilhar com vocês como isso tudo começou: Estávamos há pouco tempo em Jundiaí, vindos de uma cidade pequena onde as Equipes de Nossa Senhora estavam apenas começando. Quando vimos a grandeza do movimento aqui, ficamos impressionados. Na época a comunicação entre equipistas se dava por um jornalzinho impresso de distribuição mensal, chamado O MENSAGEIRO, que era comandado pelo casal Marilena e Wagner (Eq. 4B). Quis o Espírito Santo que encontrássemos este casal em um Retiro Anual em 2011. Ali pudemos manifestar nossa admiração pelo trabalho deles e em contrapartida, ouvimos que já estavam cansados, que algo novo precisaria surgir, talvez alguma coisa mais moderna, eletrônica, mais informatizada... E isso ficou martelando em nossa cabeça, dias e dias. Nós - apaixonados pelo movimento - não queríamos que isso acabasse... A idéia do "algo novo" continuava a ecoar nas nossas mentes e num impulso do Espírito, nos colocamos a pesquisar sobre como seria montar um Blog! Não somos da área jornalistica, nunca tínhamos feito isso, mas arriscamos e fomos em frente. Constatamos que seria uma boa alternativa para dar continuidade ao MENSAGEIRO, e assim começou o Blog das ENS. Numa quinta-feira, 1 de Setembro de 2011, publicamos nossa primeira "matéria".

Parelelamente ao Blog, percebemos a importância do email e como isso agilizaria a comunicação entre equipistas. Levantamos e cadastramos todos os endereços eletrônicos e começou então a nossa troca de informações. Não demorou para que os equipistas "adotassem" o Blog das ENS como MENSAGEIRO oficial do movimento, em Jundiaí.

Foram anos e anos buscando, aprendendo, errando, inovando e sendo conduzidos pelo Espirito Santo, à frente dessa ferramenta. Assim como Wagner e Marilena, agora estamos cansados. É hora de "algo novo" novamente surgir... Gente nova, com idéias novas, com fôlego novo. E assim o Espírito de Deus vai agindo, na história do movimento e das pessoas que se põe a serviço da messe do Senhor.

Desde o ano passado temos rezado, pedindo a Deus que enviasse novos trabalhadores para esta "vinha" e em Maio17, na nossa Missa Mensal, conversamos com o casal Marta e Edison (Eq. 14A) sobre essa possibilidade. Eles pediram um tempo para rezar e discernir sobre a missão. Em Junho/2017 nos reunimos e ouvimos o SIM! De lá pra cá temos trabalhado nesta transição e agora é hora desses novos administadores assumirem definitivamente essa importante ferramenta e se porem a serviço do movimento e dos equipistas de Jundiaí.

Sabemos o quão exigente é esta missão, por isso, em reunião com os CRS (A, B e futuros A e C) decidimos sobre a instituição do Casal Comunicação, com um tempo estabelecido para exercício desta função, evitando assim a fadiga e o cansaço, garantindo sempre uma renovação nesta área.

Queridos Marta e Edison, que o Espírito Santo sempre sopre aos seus ouvidos a inspiração necessária para manter a unidade entre os equipistas de Jundiaí através do Blog e do e-mail das ENS. Que vossos corações se alegrem por ser este canal de graça e que esta alegria seja percebida por todos que os procurarem. Que Maria Santíssima seja a grande inspiradora do servir com dedicação e alegria. Sejam felizes nesta missão!

Com carinho,

Érica e Wilson
Eq. 13A - Jundiaí/SP

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A fé na ressurreição

Para a maioria das pessoas a fé na ressurreição se situa no passado ou no futuro: aceitamos que ela ocorreu há quase dois mil anos atrás ou que vai se verificar na ressurreição dos mortos. E ficamos por aí. Nada mais... Escondidos no interior do passado e do futuro, não sabemos bem como proceder em cada um dos nossos dias. O que fazemos da vida com a fé na ressurreição? Existe nela alguma ressurreição?

Para o povo do Novo Testamento a ressurreição era a luz que os fazia ler a vida, era o ambiente em cujo interior se vivia (cf. Jo 6, 50; 11, 26; Rm 5, 8-11). Esta certeza não suprime a expectativa da ressurreição final, mas é a constatação de que ela já mostra uma existência que entrou no domínio de Cristo: é a participação real na vida de Cristo Ressuscitado (cf. Col 2, 12; Rm 6, 4-11; Ef 5, 14).

Em nossa peregrinação, parece que estacionamos nos caminhos de Emaús... Andamos pela estrada da vida como se ainda não tivesse acontecido a ressurreição: uma gente sem esperança, impotente, que se deixa dominar pelas emoções, pelo medo, pelas expectativas tolas, presos a uma existência sem condições de expansão. Ou então, no extremo oposto, parecendo que tudo se resume no homem: “O homem é a meta”... “Nós somos a força”... Daí nascem os vazios, o desespero, a solidão...

A morte na própria vida parece nos superar; no amplo horizonte, apaga-se a última lâmpada: “Como custamos a entender e como demoramos a acreditar” (cf. Lc 24, 25).

Nós, Casais Encontristas, devemos viver a ressurreição nos nossos dias, na nossa existência: ela é um fato que não só aconteceu e não só acontecerá, mas que está acontecendo! Vamos ouvir a voz de Deus que nos chama à vida. (cf. Jo 5, 19-21).

A ressurreição de Cristo é a expressão da nova e eterna Aliança de Deus com os homens:
“Se vocês foram ressuscitados com Cristo, 
procurem as coisas do alto, 
onde Cristo está sentado à direita de Deus”. (Col 3, 1).


Fátima e João Bosco
ENS 5A - Jundiaí - SP

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Como ler a Bíblia?


Devemos compreender que a Bíblia é a Palavra de Deus escrita para os homens e pelos homens; logo, ela apresenta duas faces: a divina e a humana. Logo, para poder interpretá-la bem é necessário o reconhecimento da sua face humana, para depois, compreender a sua mensagem divina. 

Não se pode interpretar a Sagrada Escritura só em nome da “mística”, pois muitas vezes podemos ser levados por ideias religiosas pré-concebidas, ou mesmo podemos cair no subjetivismo. Por outro lado, não se pode querer usar apenas os critérios científicos (linguística, arqueologia, história,…); é necessário, após o exame científico do texto, buscar o sentido teológico. 

A Bíblia não é um livro caído do céu, ela não foi ditada mecanicamente por Deus e escrita pelo autor bíblico (= hagiógrafo), mas é um Livro que passou pela mente de judeus e gregos, numa faixa de tempo que vai do século XIV a.C. ao século I d.C. E por causa disto é necessário usar uma tradução feita a partir de originais e com seguros critérios científicos.

Os escritos bíblicos foram inspirados a certos homens; isto é, o Espírito Santo iluminou a mente do hagiógrafo a fim de que ele, com sua cultura religiosa e profana, pudesse transmitir uma mensagem fiel à vontade de Deus. A Bíblia é portanto um livro humano-divino, todo de Deus e todo do homem, transmite o pensamento de Deus, mas de forma humana. É como o Verbo encarnado, Deus e homem verdadeiro. É importante dizer que a inspiração bíblica é estritamente religiosa; isto é, não devemos querer buscar verdades científicas na Bíblia, mas verdades religiosas, que ultrapassam a razão humana: o plano da salvação do mundo, a sua criação, o sentido do homem, do trabalho, da vida, da morte, etc. 

Não há oposição entre a Bíblia e as ciências naturais, ao contrário, os exegetas (estudiosos da Bíblia) usam das línguas antigas, da história, da arqueologia e outras ciências para poderem compreender melhor o que os autores sagrados quiseram nos transmitir. Mas é preciso ficar claro que a revelação de Deus através da Bíblia não tem uma garantia científica de tudo o que nela está escrito. É inútil pedir à Bíblia uma explicação dos seis dias da criação, ou da maneira como podiam falar os animais, como no caso da jumenta de Balaão. Esses fatos não são revelações, mas tradições que o autor sagrado usou para se expressar. A própria história contida na Bíblia não deve ser tomada como científica. O que importa é a “verdade religiosa” que Deus quis revelar, e que às vezes é apresentada embutida em uma parábola, ou outra figura de linguagem.

O mais importante é entender que a verdadeira leitura bíblica deve sempre ter em vista a finalidade principal de toda a Sagrada Escritura que é a de anunciar Jesus Cristo e dar testemunho de sua pessoa. Para aqueles que viviam no Antigo Testamento, se tratava apenas de um Salvador desconhecido, que viria. Mas para nós, se trata do Salvador que “habitou no meio de nós”, e que ressuscitado está no meio de nós até o fim dos tempos, quando voltará visível e glorioso para encerrar a história.

Por ser Palavra de Deus, a Bíblia nunca envelhece, nem caduca; ela fala-nos hoje como para além dos séculos. Cristo é o centro da Sagrada Escritura. O Antigo Testamento o anuncia em figuras e na esperança; o Novo Testamento o apresenta como modelo vivo. 

O Catecismo nos ensina que “Deus, na condescendência de sua bondade, para revelar-se aos homens, fala-lhes em palavras humanas” (§101). “Através de todas as palavras da Sagrada Escritura, Deus pronuncia uma só Palavra, seu Verbo único, no qual se expressa por inteiro” (§102). “Com efeito, as palavras de Deus, expressas por linguagem humana, tal como outrora o Verbo do Pai Eterno, havendo assumido a carne da fraqueza humana, se fez semelhante aos homens” (DV,13).

Santo Agostinho ensinava que: “É uma mesma Palavra de Deus que se ouve em todas as Escrituras, é um mesmo Verbo que ressoa na boca de todos os escritores sagrados, ele que, sendo no início Deus, junto de Deus, não tem necessidade de sílabas, por não estar submetido ao tempo”(Sl 103,4,1). 

Somente as palavras originais com as quais a Bíblia foi escrita (hebraico, aramaico e grego) foram inspiradas; as traduções não gozam do mesmo carisma da inspiração; é por isso que a Igreja sempre teve muito cuidado com as traduções, pois podem conter algum sentido que não foi da vontade do autor e de Deus.

Retirado do livro: “Escola da Fé- Vol. 2 – As Sagradas Escrituras”

Cida e Moacir Aiello
Equipe Nossa Senhora Aparecida - 4B
Jundiaí - SP

quinta-feira, 27 de julho de 2017

“A linha de confim entre o bem e o mal passa no coração de cada pessoa”



Neste domingo, 23 de julho, o Papa Francisco apareceu na janela de seu escritório no Palácio Apostólico Vaticano para rezar o Angelus com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro. 
Estas foram as palavras do pontífice pronunciadas antes da oração mariana.


Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

A página evangélica de hoje, apresenta três parábolas em que Jesus fala às multidões sobre o Reino de Deus. Detenho-me sobre a primeira: A do trigo bom e do joio, que ilustra o problema do mal no mundo e destaca a paciência de Deus (Mt 13,24-30.36-43). Quanta paciência Deus tem conosco! Cada um de nós pode dizer: “Quanta paciência Deus tem comigo”. A narrativa se desenvolve em um campo com dois protagonistas opostos. De um lado, o patrão do campo que representa Deus e semeia a boa semente; do outro, o inimigo que representa Satanás e espalha a erva daninha.

Com o passar do tempo no meio do trigo cresce também o joio e diante deste fato o patrão e seus servos têm atitudes diferentes. Os servos queriam intervir arrancando o joio, mas o patrão que está preocupado sobretudo em salvar o trigo se opõe à iniciativa dizendo: “Não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo” (v 29). Com esta imagem, Jesus nos diz que neste mundo o bem e o mal estão interligados, que é impossível separar-lhes e erradicar todo o mal. Somente Deus pode fazer isso e o fará no juízo final. Com suas ambiguidades e seu caráter compósito, a situação presente é o campo da liberdade, o campo da liberdade dos cristãos, onde se realiza o difícil exercício do discernimento entre o bem e o mal.

Neste campo, portanto, une-se, com grande confiança em Deus e na sua providência, duas atitudes aparentemente contraditórias: a decisão e a paciência. A decisão é a de querer ser o trigo bom – todos querem – com todas as próprias forças e se afastar do mal e de suas seduções. A paciência significa preferir uma Igreja que é fermento na massa, que não tem medo de sujar as mãos lavando os panos de seus filhos, em vez de uma Igreja de “puros” que pretende julgar antes do tempo quem está no Reino de Deus e quem não está.

O Senhor, que é a Sabedoria encarnada, ajuda-nos hoje a compreender que o bem e o mal não são identificados em territórios definidos ou em determinados grupos de pessoas: “Estes são os bons e estes são os maus”. Ele nos diz que a linha de confim entre o bem e o mal passa no coração de cada pessoa, passa no coração de cada um de nós, isto é: Somos todos pecadores. Eu queria perguntar a vocês: “Quem não é pecador, levante a mão”. Ninguém! Porque todos nós somos, somos todos pecadores. Jesus Cristo por sua morte na cruz e a sua ressurreição, nos libertou da escravidão do pecado e nos dá a graça de prosseguir numa vida; mas com o Batismo também nos deu a Confissão, porque precisamos sempre ser perdoados de nossos pecados. Olhar sempre e apenas o mal que está fora de nós significa não querer reconhecer o pecado que está em nós.

Depois, Jesus nos ensina uma maneira diferente de olhar o mundo, de observar a realidade. Somos chamados a aprender os tempos de Deus – que não são os nossos tempos – e o “olhar” de Deus: graças à influência benéfica de uma trepidante espera, o que era joio ou parecia ser joio, pode se tornar um produto bom. É a realidade da conversão. É a perspectiva da esperança!

Que a Virgem Maria nos ajude a colher na realidade que nos rodeia não apenas a sujeira e o mal, mas também o bem e o belo, a desmascarar a obra de Satanás, mas acima de tudo, a confiar na ação de Deus que fecunda a história.

Papa Francisco
(ZENIT)

domingo, 9 de julho de 2017

Vencendo a desvalorização da família

Mais do que nunca, hoje, a família é atingida por muitas causas: pela praga do divórcio, das “uniões livres”, do aborto, do controle irregular da natalidade, do chamado “amor livre”, do “sexo seguro”, da “produção independente”, da inseminação artificial, dos “casamentos” de homossexuais, dos preservativos, da eutanásia, dos úteros de aluguel, da pornografia, da ideologia de gêneros, dos adultérios, dos feminismos excêntricos, das novelas imorais, das brigas, da bebida etc.

Toda essa desordem moral desaba sobre a família e seus amargos frutos caem sobre a própria sociedade, especialmente sobre as crianças. A batalha final de Satanás contra a Igreja será pela “destruição do matrimônio e da família”; e hoje isso é notório, pois aí está a base do plano de Deus.

No contexto da civilização do desfrutamento, a mulher pode tornar-se para o homem um objeto, o filho um obstáculo para os pais, a família uma instituição embaraçante para a liberdade dos membros que a compõem. Para convencer-se disto, basta examinar certos programas de educação sexual introduzidos nas escolas, as tendências pró-abortivas que em vão procuram esconder-se atrás do chamado “direito de escolha” (pro choice) por parte de ambos os cônjuges, e particularmente por parte da mulher.

O chamado “sexo seguro”, propagandeado pela civilização técnica, na realidade é, sob o perfil das exigências globais da pessoa, ‘radicalmente não seguro’, e mais, gravemente perigoso. Por causa disso que há entre nós milhares de crianças “órfãs de pais vivos”. Que tristeza!

A miséria maior que destrói as famílias, pobres e ricas, é a miséria moral e a falta de religião. É este resgate moral que precisamos realizar para recuperar a família segundo o coração de Deus. De tudo o que foi exposto até aqui, chegamos à conclusão de que a reforma da sociedade não poderá ser feita sem a reforma da família, segundo os planos do seu Fundador. Somente ancorada na Lei eterna de Deus a família e a sociedade poderão ser felizes.

Em vista destas ameaças contra a família, torna-se cada vez mais importante uma “educação no lar”, que valorize a vida, a lei de Deus, a catequese, a oração em família e a solidariedade entre pais e filhos, entre esposo e esposa. Marido e mulher precisam ser fiéis um ao outro, e jamais se permitirem envolver com intimidades com outras pessoas, ameaçando a destruição da família com o adultério e o divórcio.

Os cristãos precisam, por outro lado, se manifestar de maneira organizada e unida com a hierarquia da Igreja, contra tudo que seja proposta de lei que ameace a família, e rechaçar das escolas tudo que seja imoral na formação dos filhos. A grande maioria católica do nosso país não pode se tornar uma maioria silenciosa e omissa, dominada por uma minoria gritante e agitadora que quer implantar entre nós leis imorais e destruidoras da família.

Cida e Moacir Aiello
Equipe Nossa Senhora Aparecida - 4B
Jundiaí - SP

segunda-feira, 12 de junho de 2017

1º Retiro de 2017

O primeiro Retiro Anual de 2017 aconteceu nos dias 2, 3 e 4 de Junho, na Casa de Eventos São Carlos, sob a orientação do Pe. José Adalberto Vanzella, da Diocese de Taubaté, que há 32 anos exerce o ministério sacerdotal. Ele - que é especializado em filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, mestre em teologia pastoral pela Faculdade Assunção de São Paulo e doutor na mesma área pela PUC do Rio de Janeiro - conquistou os casais com sua simplicidade e simpatia. Os dias foram agradáveis, de profundas reflexões e oportunidades de encontro com Cristo.




Confiram abaixo alguns depoimentos:

Participamos neste final de semana, de 02 a 04 de junho, do Retiro das ENS de Jundiaí, organizado com muito zelo pelas equipes 6A e 41B e ministrado pelo excelente Padre Vanzella. E que tempo abençoado!
Por meio de parábolas e com uma didática muito simples, mas inundado de conhecimento e sabedoria, fomos conduzidos a refletir nosso casamento, vivenciando toda a mística da espiritualidade conjugal.
Em Mt. 13,44-46, fomos convidados a namorar e nos redescobrir como "tesouros e pérolas" um para o outro... Uma volta ao início de tudo!
Na Meditação em casal, fomos provocados a pensar nossa relação a partir do grão da mostarda (Mt. 13,31-32) e perceber que temos qualidades e limitações, mas que devemos sempre nos inspirar no amor misericordioso de Deus em nosso casamento.
E nada como um bom Dever de Sentar-se para que, iluminados pelo Espírito Santo, pudéssemos separar o joio do trigo em nossas vidas (Mt. 13,24-30), buscando preenchermo-nos cada vez mais do amor de Deus.
Sempre que tirarmos o ar de um copo, ele se encherá de ar novamente, e nem sempre com um ar puro. É necessário enchê-lo de água (amor de Deus) para que o ar saia e não retorne. 
À luz do Evangelho (Lc. 10,25-37) e com o coração tocado por todos os ensinamentos vivenciados neste tempo, refletimos nossa caminhada de casal cristão e nossa responsabilidade evangelizadora, nos comprometendo com uma Regra de Vida que realmente nos conduza à superação das nossas fraquezas.
Se o propósito de um Retiro é a nossa conversão, temos certeza que após cada Escuta da Palavra e reflexão, a cada vivência do silêncio pessoal, saímos mais fortalecidos em nossa fé e mais preparados para nossa missão de casal evangelizador, pois a semente caiu em terra boa (Mt. 13,1-9).
Rogamos ao Espírito Santo, pela intercessão de Nossa Senhora, que o copo de nossas vidas seja preenchido todos os dias por uma gota de Deus!

Sonia e Fernando
Eq. 10B - Jundiaí/SP

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Mais uma vez Taubaté nos contemplou com um grande pregador. Certamente fomos premiados ao sermos escolhidos para coordenar, juntamente com a equipe 41B, um evento de tamanha importância para o movimento das ENS. 
Deus soprou sobre nós o Vosso Espírito e certamente foi tudo muito perfeito. Um tema com começo, meio e fim, permeado de muitos exercícios de PCEs, de muitos questionamentos pessoais que, pela sabedoria do Padre Vanzella, fez com que saíssemos muito melhor do que entramos. 
Foi-nos dado mecanismos de ensinamentos para mais um ano. Certamente se o bom senso prevalecer, nossa fé aumentará; fomos sabiamente orientados e exercitados para tanto. 
Um segundo ponto: o Cristo Ressuscitado colocou em nosso caminho a equipe 41B. Acredito que tenha sido a primeira coordenação que essa equipe participou, mas eles nos ensinaram com muita humildade o significado de “assumir responsabilidades”. Ansiavam em Deus pela sua capacitação, já que se colocaram a serviço do próximo com total entrega. Somando a eles, a segurança pelo tempo vivido de Roberto e Neusa, Wilson e Sueli, Sergio e Nice, Lu e Chico, e nós: eles foram os protagonistas, nós os coadjuvantes, que passamos a segurança da estréia. Aprendemos com eles o que significa um trabalho de equipe. Agradeço a Deus esta feliz união. Continuem assim, não deixem que o tempo consuma o que vocês tem de melhor: o Amor.
Que Deus seja louvado em nome de sua Mãe Maria! 

Fátima e Mário
Eq. 6A - Jundiaí/SP

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Um retiro? Sim, um excelente retiro.
Iniciou quando fomos recepcionados, na sexta feira. Pudemos sentir o amor dos casais das equipes 6A e 41B, que nos acolheram com muito entusiasmo.
Logo após o jantar nos dirigimos à sala de palestras, onde o padre Vanzella, um homem simples, vindo de Taubaté, iniciou suas colocações dizendo: “o retiro não é para mim, mas para vocês, casais”;
“através de textos do Evangelho vamos abordar os PCEs e proporcionar a vocês a oportunidade de realizá-los. O padre apenas orienta e vocês farão o retiro”.
Isso nos animou porque queríamos ter a oportunidade de manter um relacionamento pessoal com Deus. Nos últimos retiros que participamos tivemos belas palestras, uma ótima catequese, mas poucas oportunidades de conversar com Deus.
Sábado, após o café e a oração da manhã, nos dirigimos à sala de palestras para ouvir os primeiros ensinamentos do padre Vanzella. Foi proclamada a palavra de João 15, 9-16. Padre Vanzella nos colocou que “somos amigos e não servos de Jesus”. Com muita profundidade abordou esse texto que, embora por nós conhecido, muitos novos conceitos nos foram colocados.
Saímos para refletir sobre nosso relacionamento com Deus. Como “o” vemos? Somos amigos ou servos? Foi nos dado uma hora para refletir em casal, mais meia hora individualmente.
Seguindo essa mesma dinâmica, vários textos foram desenvolvidos, direcionando nossas reflexões para os PCEs e, com muita sabedoria, padre Vanzella colocou-nos diante da misericórdia de Deus.
Tivemos momentos fortes de oração: oração da manhã, duas missas, uma oração junto ao  Santíssimo  Sacramento e uma oração penitencial eucarística.
Consideramos que os momentos de maior profundidade que vivemos neste retiro foram as reflexões que nos aproximaram de Deus e nos levaram a constatar nossas limitações e superficialidades. 
Não podemos deixar de ressaltar a importante condução deste retiro por padre Vanzella que, com todo o seu humor e simplicidade, nos permitiu viver esses momentos.
Obrigado equipes de serviço, obrigado padre Vanzella.

Dina e Chico
Eq. 1B - Jundiaí/SP


Confiram as fotos deste fim de semana AQUI.
Fotos: Camila e Valdemir - Eq 41B